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Livro 43 – Bom de Briga

Gente, que confusão que eu fiz na hora de ler os livros dos irmãos Wolfe. O primeiro é ‘O azarão’, depois vem ‘Bom de briga’ e só então ‘A garota que eu quero’, mas a anta aqui conseguiu inverter a sequência e o primeiro virou último. ¬¬’

 

A capa tem textura aveludada. (amo!)

Para quem nunca leu nada do autor, recomendo começar por estes antes de passar para ‘A menina que roubava livros’ e ‘Eu sou o mensageiro’. Esses livros dos irmãos Wolfe são mais fracos, tem um estilo de escrita diferente e pode desagradar algumas pessoas (eu, particularmente, não goste muito). Quem conhece o blog sabe deve ter notado que eu sou apaixonada por ‘A menina que roubava livros’ e por ‘Eu sou o mensageiro’, recomendo demais!!!!

 

Em ‘Bom de briga’, Cameron Wolfe e Rube Wolfe sentem o peso de viver em uma família com poucos recursos. O único que se destaca por ter um bom desempenho no que faz é o irmão mais velho, Steve, mas o Sr. Wolfe é orgulhoso demais para aceitar ajuda do filho quando a situação aperta mesmo. Fiquei aflita vendo o desespero dos pais do Cam e Rube depois que o Sr. Wolfe foi demitido, não sei se é algo cultural, mas ele demonstra uma repulsa enorme em aceitar o ‘seguro desemprego’ e prefere se humilhar batendo de porta em porta na casa dos vizinhos oferecendo serviço em troca de algum dinheiro. A Sra. Wolfe é uma guerreira que trabalha sem parar e segura a família, e mesmo cansada, não vi os meninos reclamando dela em momento nenhum, ao contrário, demonstram ter muito orgulho dela e esse amor e admiração pelos pais é que move os dois (Cam e Rube) a entrar para o mundo das lutas por um tempo.

Tem uma frase no livro que transmite bem do que ele fala: ‘Continuamos levantando porque é isso o que fazemos’. A família Wolfe sempre cai, e sempre levanta. Eles são fortes e, mesmo com tudo dando errado, unidos. Todos são guerreiros e humildes, tem seu orgulho e dignidade e não pisam nas outras pessoas.

Claro que não gostei do autor ficar usando pedaços cortados (odeio isso):

“Suco.

Fumaça.

Ressaca.

Os capítulos tem a numeração assim. ^^

E Sarah está deitada lá, encharcada disso.

A luz do dia entra pela janela.

Saio.

Dali.

Domingo.”

Não é um livro com frases bonitinhas para colocar nas redes sociais, mas a história é boa e nos ensina a valorizar nossa família e o esforço deles. Meus pais me ensinaram isso desde pequena e sinto falta disso nas outras pessoas. =/
Sinopse:

Na continuação do sucesso O azarão, Markus Zusak apresenta o emocionante Bom de briga. Se no primeiro título o autor traz um romance de formação de um jovem incorrigível, infeliz consigo mesmo e com sua vida, agora ele exibe dois irmãos em busca de um propósito na vida. Bom de briga retrata a evolução dos irmãos Cameron e Ruben Wolfe como seres humanos. No primeiro livro, a dupla estava sempre atrás de algo errado para fazer. Dessa vez eles entram no mundo das lutas amadoras de boxe, buscando independência para suas vidas. Enquanto Ruben mostra um talento nato para a coisa, o outro tenta apenas sobreviver. Tudo que é ruim é normal no dia a dia da família Wolfe – como os silêncios, as brigas, a pobreza, a mediocridade. Eles já se acostumaram com isso e sempre têm uma justificativa para tanto. Cameron, o mais novo, é o exemplo do jovem batalhador. Desde cedo apanha e se levanta, mostrando que o que importa não é a força da pancada, mas se você tem a força necessária para se reerguer.

ISBN: 8528616533
ISBN-13: 9788528616538
Autor: Markus Zusak
Editora: Bertrand Brasil
Idioma: português
Encadernação: Brochura
Altura: 21 cm
Largura: 14 cm
Peso: 0,250 kg
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2013
Número de páginas: 208
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Livro 42 – Tem alguém aí?

 

Eu sou suspeita para falar de algum livro da Marian Keyes, amei todos os livros dela até agora. Mas alguma coisa em ‘Tem alguém aí?’ me cativou mais… Eu me diverti demais com o livro, ri muuuuuito e me apaixonei ainda mais pelas ‘tiradas’ da família Walsh e seus amigos. É muita gente louca em um grupo só!!!!
Anna Walsh é a protagonista da vez. Mais nova que ela, só a Hellen. Nos livros anteriores, fiquei com a sensação de ‘hippie’ quando as irmãs falavam da Anna, mas nesse livro conheci um lado diferente dela.
O livro começa mostrando a Anna cheia de ferimentos (feios) e aos cuidados da mamãe-louca-Walsh. Toda a família está tratando-a com muito cuidado e cautela, e o livro demora muuuuito para explicar o motivo. Seus pais não querem deixar que ela retorne à Nova York e ao trabalho, mas ela insiste e consegue libertar-se da casa dos pais depois que o médico confirma que seus ferimentos estão bons o suficiente para que ela se cuide sozinha.
Mas voltar à rotina não foi fácil para Anna. Ela se desespera tentando falar com o marido e compensa isso com muuuito trabalho, passa a quase morar na empresa. Legal é ver como sua mente sem noção consegue se sair bem em tudo o que faz profissionalmente. Algumas das partes mais engraçadas do livro ocorrem no emprego dela, que faz divulgação de produtos de beleza e onde os funcionários precisam se vestir conforme a linha que estão divulgando: “Como o perfil da Candy Grrrl era rebeldia e porralouquice, eu tinha que me vestir de acordo, mas fiquei de saco cheio disso rapidinho”.
Todas as páginas tem essa marca de batom

Ri demais em uma parte onde a Anna tem que ir a uma festa e Jacqui, sua amiga, solta uma: ‘-Legal, que bom que você já está pronta!’, mas ela tinha acabado de chegar do trabalho… ‘Na verdade, eu ainda estava com a roupa com a qual tinha ido trabalhar de manhã (saia cor-de-rosa estilo bailarina, camiseta regata rosa, meias arrastão e sapatilhas de balé bordadas com flores)’. O livro é cheio de coisas do tipo…

Claro que a Marian colocou uma parte séria e difícil na história. Foi lindo ver a Anna superando traumas, visitando grupos que passaram por traumas semelhantes (não é daqueles AA ou coisas assim), sua dedicação ao trabalho e aos amigos, acompanhar os problemas das gestantes, acidentes, sem contar na força e apoio que seus amigos e familiares deram.
O livro é incrível, e eu amei mesmo… perfeito para rir e refletir ao mesmo tempo. ^^

Sinopse:

Anna Walsh é um desastre ambulante. Ferida fisicamente e emocionalmente destruída, ela passa os dias deitada no sofá da casa de seus pais em Dublin com uma ideia fixa na cabeça: voltar para Nova York.
Nova York é onde estão seus melhores amigos, é onde fica o Melhor Emprego do Mundo®, que lhe dá acesso a uma quantidade estonteante de produtos de beleza, mas também, e acima de tudo, é a cidade que representa Aidan, seu marido.
Só que nada na vida dela é simples…
Sua volta para Manhattan se torna complicada não só por conta de suas cicatrizes físicas e emocionais, mas também porque Aidan parece ter desaparecido.
Será que é hora de Anna tocar sua vida pra frente? Será que ela vai conseguir (tocar a gente sabe que sim; o negócio é pra frente)?
Uma série de desencontros, uma revelação estarrecedora, dois recém-nascidos e um casamento muito esquisito talvez ajudem Anna a encontrar algumas respostas. E talvez transformem sua vida… para sempre.

I.S.B.N.: 9788528614107
Autor: Marian Keyes
EAN: 9788528614107
Gênero: Chick Lit
Páginas: 602
Formato: 16 x 23 cm
Editora: Bertrand Brasil
Preço: R$ 60,00

Livro 29 – É agora ou nunca!

Não, essa foto não foi tirada por mim. =/

Comprei em Brasília nesses últimos dias e era a leitura da vez quando fui fotografar o saldo de brindes que ganhei das livrarias, depois de uma pequena doação que fiz em cada uma. ~.~’

Daíííí esqueci que tinha comprado, ops, sido presenteada com este também. =D

Depois fotografo meu queridinho e troco a foto ok?

O começo é meio confuso, meu cérebro não está nos seus melhores dias e deu um nó confundindo todos os personagens. A Tara virou Katherine, que passou a ser o Fintan e por aí vai. Precisei voltar várias vezes às primeiras páginas para conferir quem era quem, e quem tinha feito o quê.

Passada a confusão, a leitura ficou uma delícia e amei descansar minha mente com a história. ^^

São três amigos de infância, cada um com seu trauma e sua parte na história. Achei linda a relação entre eles, a confiança e segurança que passam um ao outro, e o quanto amadureceram até o final do livro. Tara é carente e paranoica, ela aceita os horrores que seu namorido faz por puro medo de ficar só. Katherine é exageradamente correta, com a mãe excêntrica que tem acaba procurando ter controle de tudo em sua vida com medo de acabar como ela. Fintan é a moça do grupo, elE namora Sandro e é divertidíssimo… achei o respeito que a autora colocou na relação deles fantástica!

No decorrer da história, você vai torcer para que a Tara acorde pra vida e mande o Thomas pastar, que a Katherine deixe de ser tão organizada e viva um dia por vez, e que o Fintan seja cada vez mais feliz com o Sandro… e é legal ver que precisamos olhar nossa vida de fora de vez em quando e notar que precisamos pensar assim a nosso respeito também.

Marian Keyes consegue fazer a gente se perguntar ‘mas eu sou cega assim?’, ‘Será que eu também faço isso sem pensar?’… essa bandida!

Nãooooo… óbvio que eu sou uma pessoinha consciente e controlada.

Mas foi mesmo uma delícia de leitura. E eu reafirmo que tenho o melhor marido do mundo!!!! Só ele é tão incrível assim, os outros são como o Thomas. (  )

Eu sei que preciso melhorar (e muuuito) para ser cada dia mais feliz, preciso para com esse negócio de ‘Temos que…’ né nenem? 

Abaixo, deixo-vos a sinopse e o primeiro capítulo, que são suficientes para expor uma parte da história ok?

Tara, Katherine e Fintan são amigos inseparáveis. Nascidos no interior da Irlanda, partiram juntos para Londres e se deram muito bem… profissionalmente, pelo menos. Pois, nas grandes cidades, o mercado amoroso está saturadíssimo! E os corações dos três, todos na faixa dos trinta e poucos anos, podem não agüentar: o de Tara já se partiu, o de Katherine está prestes a congelar, e o de Fintan pode até parar de bater.  É chegada, então, a hora de gritar por mudanças… ou calar-se para sempre! Neste É Agora… ou nunca, de Marian Keyes, a irlandesa que conquistou o mundo com Melancia, Férias!, Sushi e Casório?!, o destino entrará em cena sem pedir licença, mudando as vidas dos três amigos de forma totalmente inesperada… e muito divertida!
Tara namora Thomas há dois anos, mas o relacionamento é, digamos assim,  morno… frio… gelado mesmo: o sexo do casal é igual a Papai Noel – não existe; porém, com muita fé, ele pode aparecer, mesmo coberto de neve, uma vez por ano. Para piorar, Thomas é um pé-rapado que vive comprando presentes ridículos para Tara: cremes para as mãos e bolsas de água quente… em promoção. E ainda por cima tem a coragem de dizer que ela está gorda – só porque seu manequim pulou de 42 para 50!
Já Katherine é uma mulher independente e equilibrada, que sempre atraiu os olhares masculinos. Sua primeira decepção amorosa ocorreu aos 19 anos, e abriu feridas nunca cicatrizadas. Hoje, ela prefere se relacionar com… vitrines de lojas de roupas ou com o controle-remoto de sua televisão. Nem Joe Roth, o colega de trabalho bonitão, que se ofereceu para ajudá-la a trocar de canal, parece interessá-la.
E Fintan, que nunca escondeu a sua homossexualidade, encontrou o equilíbrio na amizade da dupla. Esse triângulo, até então perfeito, fica a ponto de desmoronar quando ele revela que tem uma séria doença. Com isso, as duas amigas prometem fazer tudo que o amigo pedir… e o mundo ficará de pernas para o ar! Graças às suas exigências malucas, Fintan assistirá de camarote às mudanças – para melhor, claro – nas vidas de Tara e Katherine.

 

Autor: Marian Keyes
Título Original: Last chance saloon
Tradutor: Renato Motta
EAN: 9788528612127
Gênero: Chick Lit
Páginas: 588
Formato: 16×23
Editora: Bertrand Brasil
Altura: 23 cm.
Largura: 16 cm.
I.S.B.N.: 8528612120

Livro 28 – Férias

Bem diferente do que eu esperava…

Depois de ler ‘Melancia’, a autora me surpreendeu colocando um tema polêmico nesse livro. ^^

Nesse, somos apresentados a uma das irmãs de Claire (protagonista de ‘Melancia’): Rachel Walsh. Ela é traumatizada com sua altura, morava em Nova York com sua amiga Brigit, namorava Luke e era taxicômana. Mas ela não sabia disso, ainda.

A rotina de Rachel parece normal, exceto pela quantidade de festas e drogas que ela consome. Ela trabalha, namora, se diverte… vive, ao menos do seu ponto de vista. Isso muda quando ela passa dos limites e acaba internada no Claustro, uma clínica de reabilitação que Rachel acredita ser um Spa. (A descoberta da verdade é hilária!!!).

Marian Keyes conseguiu mesmo abordar um tema delicado como a recuperação de um viciado de forma bem divertida… a leitura não foi pesada como eu imaginava, e me emocionei vendo Rachel amadurecendo e descobrindo coisas que ela jamais imaginava ter feito. Foi lindo ver o apoio que ela recebeu de alguns, as verdades e surpresas que ela encontrou, as decepções e superação, a força de vontade. Valeu demais!!!!

Depois de dois livros incríveis, estou curiosíssima para ler os outros da autora. ^^

(bem que podia ter um da Anna e da Helen… – Acabei de descobrir que tem!!! kkkkkkkkkkk)

‘Chá de sumiço’ e ‘Tem alguém aí?’ serão meus até meu aniversário! \o/

Sinopse:

Rachel Walsh tem 27 anos e a grande mágoa de calçar 40. Ela namora Luke Costello, um homem que usa calças de couro justas. E é amiga — pode-se mesmo dizer muy amiga — de drogas. Até que ela vai, na marra, para o Claustro — a versão irlandesa da Clínica Betty Ford. Ela fica uma fera. Afinal, não é magra o bastante para ser uma toxicômana, certo? Mas, olhando para o lado positivo da coisa, esses centros de reabilitação são cheios de banheiras de hidromassagem, academias e artistas semifissurados (ao menos, ela assim ouviu dizer). De mais a mais, bem que já está mesmo na hora de tirar umas feriazinhas.

Rachel encontra mais homens de meia-idade usando suéteres marrons e sessões de terapia em grupo do que poderia supor a sua vã filosofia. E o pior é que parecem esperar que ela entre no esquema! Mas quem quer abrir as janelas da alma quando a vista está longe de ser espetacular? Cheia de dor-de-cotovelo (o nome do cotovelo é Luke), ela busca salvação em Chris, um homem com um passado. Um homem que pode dar mais trabalho do que vale…

Rachel é levada da dependência química para o terreno desconhecido da maturidade, passando por uma ou duas histórias de amor, neste romance que é, a um tempo, comovente, forte e muito, muito engraçado.

 

Leia o primeiro capítulo AQUI.

 

ISBN: 8528610055
Autora: Marian Keyes
Editora: Bertrand Brasil / BestBolso
Idioma: português
Encadernação: Brochura
Altura: 16 cm
Largura: 23 cm
Peso: 0,768 kg
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2003
Número de páginas: 560

Livro 25 – Melancia

Claire acabou de ter um bebê, e o livro já começa sendo difícil para ela. Enquanto todas as mães recebem o carinho e atenção de seus maridos, que babam nos filhos e na esposa, Claire recebe um ‘Obrigada, mas estou indo embora’. (Desculpe? Isso não existe no vocabulário de James, o tal marido). Agora, Claire tem uma criança para cuidar e precisa ser forte, mas o livro mostra uma realidade beeeem diferente de uma forma divertida.
Nossa protagonista vai para a casa dos pais (preciso dizer o quanto ela foi forte aqui?), e passa as próximas semanas alternando seu humor entre momentos de tristeza e desleixo profundos e momentos de agressão brutal (ri demais!!!). Somos apresentados à família dela, seu pai (que arruma a casa), sua mãe (que sabe mesmo como cuidar da família, mesmo sendo um desastre na cozinha), suas irmãs Helen e Anna (a primeira, centro de atenção do mundo, a segunda, beeem… digamos que as ervas deixam ela zen demais).
É nessa nova rotina que Claire vai se redescobrir. Para quem é casado (ou vive assim), deve entender que depois que nos unimos à nossa metade passamos a sentir que somos mesmo um único ser, principalmente quando os gostos são os mesmos e quando um entende o outro sem precisar falar nada. Era assim com Claire, exceto que James era a parte chata e entediante enquanto ela era arrancava sorrisos de todos nas festas. Ele era a cabeça, racional e responsável, ela era o lazer. Pareeeece que foram essas diferenças que resultaram no começo do livro. ~.~’
Ao longo das páginas, notamos que Claire se esforça para seguir. Ela aprende a ser uma só novamente, mesmo com todo o sofrimento. E muito disso é pensando em sua pequena Kate (a escolha do nome foi hilária!).
Por sinal, o livro é mesmo fantástico! Marian Keyes escreve descontraidamente, colocando cenas que podemos presenciar no nosso dia-a-dia, com conflitos internos que praticamente todo mundo já viveu. Ri demais ao longo da leitura, o medo que todos sentem pelo temperamento de Helen, pelas ‘viagens’ da Anna, pelos micos que a família anormal de Claire faz ela passar… =D
Recomendo demais!!! É uma ótima leitura para relaxar (e ainda podemos tirar lições para nossa vida, ó aí que coisa boa!)

Leia o 1º capítulo AQUI.

Sinopse:

Com este romance engraçadíssimo e irreverente, a autora irlandesa Marian Keyes conquistou milhares de leitores no Brasil e no mundo. A protagonista Claire tem 29 anos, uma filha recém-nascida e um marido que acabou de confessar o seu caso de mais de seis meses com a vizinha também casada. Claire se resume a um coração partido, um corpo inteiramente redondo, aparentando uma melancia, e muita depressão, bebedeira e choro. Mas ela decide avaliar os prós e contras de um casamento desfeito depois de três anos e quando começa a se sentir melhor, o ex-marido reaparece para convencê-la a assumir a culpa por tê-lo jogado nos braços de outra. Claire vai recebê-lo, no entanto reservará uma bela surpresa para o ex.

Editora: BestBolso – Bertrand Brasil
Autora: Marian Keyes
I.S.B.N.: 9788577991655
Altura: 18 cm.
Largura: 12 cm.
Acabamento : Brochura
Edição : 1 / 2009
Idioma : Português
País de Origem : Brasil
Número de Paginas : 490
Tradutor : Tradução de Sonia Coutinho

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